A Internet das Coisas


Por Lucas Oliveira, Marketing.

A internet existe há algum tempo, seu surgimento se deu em meio à guerra-fria. A ideia inicial era criar um meio de comunicação não convencional e se caso alguma base fosse destruída possuir outro canal facilitaria muito as coisas. Com o passar dos anos, tudo mudou muito rápido e o objetivo militar deixou de ser o foco.

Antigamente, para procurar algo, as pessoas utilizavam à saudosa lista telefônica, a partir do século XXI surge uma nova forma de buscar informações, até o Google se tornar a Google, as coisas não eram tão fáceis assim.

A difusão da internet se iniciou a partir dos anos 90 junto aos computadores de uso pessoal, a ascensão nesse período foi grande, entretanto a dificuldade de se conectar era imensa, o que definitivamente não contribuiu muito para sua popularização.

“A internet das coisas”

Com o passar dos anos, a internet foi ganhando velocidade, praticidade e com isso popularidade, hoje, podemos chegar à conclusão de que a internet está em tudo. Está com você no carro, no celular, no avião, nas roupas, no entretenimento, em tudo!  E foi através desta frase que surgiu um novo conceito na esfera da tecnologia, “A internet das coisas” ou “Internet of things” (IoT) em inglês, o termo surgiu recentemente junto a última revolução tecnológica.

O que é?

O seu computador está conectado a internet e à internet está conectada a seu celular, ao seu relógio, a sua televisão, ao seu carro e até mesmo aos seus óculos. O termo “Internet das coisas” defende que tudo deve destar conectado. É cada vez mais comum às coisas estarem ligadas a rede, e recentemente, mais precisamente na última década, esse conceito vem ganhando força e sendo visto com frequência no cotidiano da população.

Ainda é muito estranho ouvir essa expressão. É um conceito novo e que ainda não está difundido pela massa, porém é importante ficar atento aos lançamentos e notar como eles se modificam para atingir o ideal, tornando os produtos ágeis e vinculados à web.

Novas tecnologias

Roupas de bebês que informam a temperatura do corpo, pulseiras que verificam o batimento cardíaco durante as atividades físicas e enviam as informações para o celular, geladeiras inteligentes que avisam quais ingredientes estão faltando… Tudo isso parece ser o cenário de um episódio de “Os jetsons” em um futuro muito longínquo, mas não. Toda essa integração já é possível, tudo se tornou realidade, abrir a porta de casa pelo celular, fechar as cortinas e apagar as luzes com aplicativos, tudo isso nos leva para realidade da “Internet das coisas”.

Mcluhan, teórico em comunicação, nunca esteve tão certo, ao afirmar em seus estudos de cibercultura que cada vez mais o meio se torna uma extensão do homem, é extremamente visível e provável que este tipo de tecnologia nos transforme em super-humanos.

Vestíveis

Além disso, o vestuário se modifica de uma forma assombrosa quando nos lembramos do Google Glass, por exemplo, um device totalmente hiperconectado que permite tirar foto e buscar informações através da rede. Há também os calçados que mudam de cor conforme sua preferência, tudo isso através de um aplicativo, tudo parece estar culminando para um futuro caricato onde a tecnologia e os meios realmente são extensões dos seres humanos.

Realidade x Virtual

A Realidade virtual possibilita interação entre os dispositivos eletrônicos e o ser humano. Cria-se um cenário virtual extremamente parecido com a realidade, efeitos sonoros, fenômenos naturais e as sensações táteis possibilitam um mergulho do usuário a tecnologia. Diferente do 3D, a realidade virtual possibilita uma visão em 360 graus, alcançando outro nível de imersão.

Este novo instrumento está sendo aplicado no entretenimento, nos games, possibilitando também novas interações sociais, contribui para a medicina e treinamento de formandos, além de também produzir diversos simuladores.

Custos e democratização

Segundo o site Fecomercio o preço não é um limitador desta tecnologia. Os custos dos processadores caem a cada ano e os serviços de internet na nuvem estão cada vez mais disponíveis.

Portanto, nota-se que estamos no futuro. Aquilo que antes parecia ser algo distante, roteiro de filmes como “Matrix” e seriados animados como “Os Jetsons” já não fica apenas no imaginário. Contudo, cabe ao livre comercio saber aproveitar as tendências, integrando cada vez mais seus sistemas no dia-dia das pessoas, estar próximo do público é o caminho. A hiperconectividade é realidade, estar atento a essas mudanças, acompanhar os processos, entender a necessidade dos consumidores, seja em B2B ou B2C significa ter um negócio inteligente, que trás novas soluções que realmente gerem resultados na vida e nos negócios das pessoas.